domingo, 24 de janeiro de 2010

Um pouco de legião...





Música de Trabalho



Composição: Renato Russo

Sem trabalho eu não sou nada

Não tenho dignidade

Não sinto o meu valor

Não tenho identidade

Mas o que eu tenho

É só um emprego

E um salário miserável

Eu tenho o meu ofício

Que me cansa de verdade

Tem gente que não tem nada

E outros que tem mais do que precisam

Tem gente que não quer saber de trabalhar

Mas quando chega o fim do dia

Eu só penso em descansar

E voltar p'rá casa pros teus braços

Quem sabe esquecer um pouco

De todo o meu cansaço

Nossa vida não é boa

E nem podemos reclamar

Sei que existe injustiça

Eu sei o que acontece

Tenho medo da polícia

Eu sei o que acontece

Se você não segue as ordens

Se você não obedece

E não suporta o sofrimento

Está destinado a miséria
Mas isso eu não aceito

Eu sei o que acontece

Mas isso eu não aceito

Eu sei o que acontece

E quando chega o fim do dia

Eu só penso em descansar

E voltar p'rá casa pros teus braços

Quem sabe esquecer um pouco

Do pouco que não temos

Quem sabe esquecer um pouco

De tudo que não sabemos

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

FRASES INFELIZES





O bullying ocupacional é um fenômeno comum em nosso cotidiano. No uso coloquial descreve uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco.

Pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, normalmente intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.

Essa situação é seríssima e merecedora de atenção, principalmente judicial. Contudo a denúncia ainda é baixa com relação aos acontecimentos.
Em situações clínicas, quando conversamos com as vítimas, algumas relatam que em sua infância também sofriam tal retaliação, por parte de um membro da família.

Você seria capaz de recordar as frases que lhe foram ditas na infância e o influenciaram negativamente? Isto é, aquelas frases que fizeram com que você se sentisse mal, quase um zero à esquerda? É possível que alguns de nós recordemos de uma ou outra que fizeram a nossa infelicidade infantil. E se as recordamos, ainda hoje, passada a infância e adolescência, é porque verdadeiramente nos marcaram.

O importante, enquanto pais, é ter cuidado com palavras ditas na formação do individuo, que podem marcá-lo, tanto no desenvolvimento infantil, quanto em sua vida adulta.

Frases do tipo: "como é que você pode ser tão burro!" É uma delas, e de conseqüências desastrosas para o autoconceito da criança. Ela põe em dúvida, de forma muito clara, a sua capacidade. Afinal, o burro está associado ao incapaz, ao que não consegue fazer as coisas direito. Ao duvidar da habilidade do filho, os pais lhe passam a sensação de impotência que pode acompanhá-la para a vida toda. Além do que, se abraçar o conceito, a criança poderá passar a se comportar como tal. Tornar-se, de forma proposital, ainda que inconsciente, o burro que esperam que ela seja.

Sem dúvida, a frase é pronunciada nos momentos mais nevrálgicos do relacionamento entre pais e filhos. Por exemplo, quando a mãe entra na sala e descobre o pequeno pendurado na janela. Ela já lhe falou, pela suas contas, mais de mil vezes, para não subir. Assustada, com medo, ela corre, puxa o pequeno para dentro e lhe larga a frase, acrescentando: "já não lhe falei? Você não consegue aprender?" Melhor do que tal explosão, seria tornar a explicar à criança o perigo que ela corre repetindo aquele gesto.

Se contarmos até dez, dominarmos o nosso medo, com habilidade poderemos tirar a criança do perigo e lhe dizer: "janela não foi feita para subir." Colocamos os limites, sem agredir. Falamos da realidade da janela e dos perigos que ela representa, sem descer à questão da capacidade do pequeno em julgar se ele pode ou não subir ali sem problema.

É interessante considerar que os pais almejam que os filhos progridam, mas ás vezes os colocam obstáculos, criando-lhes situações plenamente dispensáveis.

Afinal, educar é tarefa que requer esforço, paciência, sendo desnecessário o uso de frases infelizes pronunciadas na infância ou na adolescencia, que nada mais são do que uma forma de bullying, isto é, de violência que pode ser repetida em situações de trabalho na vida adulta, seja como vítima ou agressor.

Sugiro cuidado com o que dissermos às pessoas e principalmente respeito!!!

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A POPULARIDADE DE LULA



Amigos,

Após um longo tempo sem postar, devido envolvimento com as tarefas da pós-graduação, pretendo retornar ao meu prazer de escrever sobre o universo do trabalho.
Para abrir "alas",  trago um texto enviado por um amigo, no qual acredito ser oportuno sua postagem, haja visto que o senhor mencionado nas linhas seguintes se diz figura importante em todas as áreas de nosso país.

A todos uma boa leitura















A popularidade de Lula


Popularidade ou estima generalizada precisa ser espontânea. Quando comprada não faz sentido ser chamada popularidade. Milhões de pessoas mantêm o presidente Bufão com índices de pesquisas populares, no alto do trono da liderança entre personagens políticas brasileiras.



De onde vem essa “popularidade”? Da compra da simpatia de miseráveis e analfabetos país adentro país afora. Por trinta dinheiros Judas vendeu Cristo. Por outros trinta dinheiros o presidente Bufão vendeu a possibilidade de fazer algo de realmente pertinente pela educação popular.



Ao contrário de investir em infra-estrutura educacional, em pagamento de professores acima de salários aviltantes, em salas de aula minimamente confortáveis, ao contrário de empossar pessoas capazes de mudar o quadro social dantesco da educação no país, numa gestão de reciclagem de conhecimentos didáticos, o presidente Bufão prefere enganar seus semelhantes não alfabetizados, doando-lhes dinheiro do Estado para assegurar de maneira vil, “como nunca se vil neste país” sua “popularidade”.



Ou seja: comprando com as moedas de Judas o apoio dos miseráveis, dos que não sabem ler nem escrever, dos que não possuem educação primária, pessoas incultas, sem instrução escolar mínima, iletradas. Comprando esse apoio com dinheiro público. Usando a miséria, a necessidade, a carência cultural várias vezes centenária de uma população de pessoas que, semelhantes a elle, Lulla, migraram do nordeste em busca de um lugar ao sol em São Paulo.



O presidente analfabeto ao contrário de fazer por aqueles que, semelhantes a elle, Lulla, precisam de ser alfabetizados e precisam aprender a ter noção do que significa aprender a ler, a escrever e a estabelecer um plano digno de vida, aproveita-se maquiavelicamente, como qualquer sádico da política brasileira estruturada na corrupção desde os tempos do Império, para comprar com os trinta dinheiros de Judas a simpatia popular (“popularidade”).



Seria simples usar 12 bilhões de reais para reestruturar a educação no país. Mas elle, Lulla, o presidente analfabeto, oPTou por mantê-los na ignorância, fazendo de conta que está investindo em educação quando, em verdade, está investindo em sua própria popularidade, como se fosse um Mao Tse Tung à século XXI, ditando normas de como fazer para manter e retroagir a condição de analfabetos de seus semelhantes nordestinos e em todo o país.



A educação permanece em estado falimentar há séculos. Elle, Lulla, está com a oportunidade em mãos de mudar esse quadro de ignorância dantesca que o conduziu à presidência da República e faz dele um líder que na hora de olhar e zelar pela educação popular, ao invés de melhorar as condições de influenciar a cultura escolar e acadêmica, mantém seu olhar fixo no próprio umbigo e oPTa pela “popularidade” ao invés de optar pela dignidade, pelo ensinamento, pelo saber.



Prisioneiro da demagogia, o governo Lulla promove conferências, discursos, inaugurações, palanques “como nunca se vil antes na história deste país”. Quatro milhões de pessoas participaram de sessenta conferências que custaram ao erário público mais de 100 milhões de reais. Seus ministros dizem o que deve ser discutido, segundo as relevâncias do governo e, posteriormente, convocam os Estados para a discussão do sexo dos anjos por moradores de bairros, entidades sindicais e outros interessados em participar do teatro macabro dos gastos do dinheiro público para bancar esses eventos com passagens rodoviárias e aéreas, hospedagens, alimentação, estrutura.



O presidente analfabeto mostra-se extremamente condescendente com todo tipo de corrupto e corrupção. Não há um único político que tenha se envolvido com cambalachos, roubalheiras, tráfico de dinheiro em cuecões, que não tenha merecido dele uma palavra de apoio. Exceto se esse político não estiver fazendo parte da Oposição ao seu desgoverno.



O presidente analfabeto está definitivamente empenhado em mostrar a todos os brasileiros brasileiros, àqueles a quem a cidadania ainda é uma bandeira a defender, que ele vai continuar liderando os que não possuem noção do que seja educação e cidadania, no sentido de mantê-los atrelados ao cabresto de seus tinta dinheiros de Judas Iscariotes, traidor de Cristo.



Seu objetivo é adequar os indivíduos analfabetos dessa sociedade de miseráveis a seus objetivos políticos os mais degenerados. Elle, Lulla, se posiciona como sendo o Führer dos analfabetos, o líder de todos os que, analfabetos ou não, desejam se aproveitar da situação privilegiada de incremento da circulação da riqueza mundial e nacional, para manter-se no poder político, mesmo que escravizando seus semelhantes com sua fixação em “popularidade”.



A quem esse Judas analfabeto quer enganar? A maior quantidade possível de eleitores analfabetos que vendem o apoio de suas simpatias em troca dos trinta dinheiros nefandos da corrupção institucionalizada do programa Bolsa-Família. Ou melhor adjetivando: do programa Bolsa-Bufa.



O Bolsa-Bufa é uma mão na roda para todo tipo de demagogia. Escorado na “popularidade” dos trinta dinheiros lançados em mãos dos analfabetos e miseráveis que se vendem por tão pouco, sem sequer suspeitarem de que estão sendo lesados por um demagogo sem nenhum caráter, o presidente analfabeto se diverte, mostrando a seus antigos adversários políticos como fazer para manter em alta uma popularidade às custas dos trinta dinheiros Lulla, o Judas.



Esse Macunaíma nordestino deita e rola, tirando o máximo proveito possível da ignorância e do estado lamentável de seus conterrâneos e contemporâneos. Explorando-os como elle, Lulla, foi explorado quando sindicalista. Quando torneiro mecânico lutou por melhores condições de vida para a classe de trabalhadores à qual pertencia. Hoje, se posiciona do lado de lá, do explorador. Traindo os ideais mais essenciais daqueles que um dia representou. E agora trai de maneira vil e infame.



“Como nunca se vil antes há história deste país.”



Hoje faz 155 dias de censura ao ESTADO DE SÃO PAULO. Uma inconstitucionalidade como nunca se viu antes na história desse país.


Sereno Hopefaith

Pra quem quiser saber mais sobre a história...


"Lula é Minha Anta", do jornalista Diogo Mainard, um dos mais polêmicos e conhecidos comentaristas da cena política brasileira, reúne uma coletânea de crônicas sobre o escândalo do mensalão publicadas pelo autor na revista Veja, da qual é colunista. Mas não se trata de uma reunião pura e simples dos primorosos textos de Mainard sobre os escândalos de Brasília. No livro, as crônicas são alinhavadas com comentários inéditos sobre os artigos que contam os bastidores do trabalho do colunista.





















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